Os 5 erros que você deve evitar no tratamento de NFS-e

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Entre notas que não acabam mais, a falta de padrão entre elas e complexidade das leis tributárias do Brasil, quem lida com o dia a dia do inbound de NFS-e sabe que é preciso matar um leão por dia (literalmente).

E por mais que a sua gestão esteja tinindo, é um processo essencialmente humano e erros acontecem!

O que pode dar errado na hora do tratamento de uma NFS-e?

Existem alguns erros que podem acontecer durante o tratamento de uma NFS-e. Abaixo citamos os 5 mais comuns, então fique ligado para não ter problemas como esses!

1. Número do RPS já informado ou data de emissão do RPS anterior à data de habilitação do prestador de serviço

Recibo Provisório de Serviços é gerado quando acontece algum problema como falta de energia e internet ou quando não podemos esperar muito pela nota.

Ele é um documento que precisava ser convertido em NFS-e. Ao receber um RPS, é importante prestar atenção duas questões: na data de emissão dele, pois precisa ser superior a data de habilitação do prestador de serviço e no número da RPS.

Afinal, a nota fiscal só pode ser lançada se o número do documento estiver sendo apontado pela primeira vez.


2. Item da lista de serviço inexistente ou não informado no recebimento de NFS-e

Você já sabe que no preenchimento da NFS-e é necessário listar os serviços prestados junto a seus respectivos códigos.

O que pode acontecer é o emissor se esquecer de acrescentar o código ou que por conta de um erro de digitação o número não seja reconhecido. Portanto, fique atento ao recebê-la!


3. Campo da cidade do tomador não informada ou não encontrada na base de dados da prefeitura

Outra exigência importante no recebimento de NFS-e é verificar se a cidade onde se localiza a empresa que está recebendo o serviço, pois com a diferença de regras entre municípios, adaptações precisam ser feitas.

Afinal, se a NFS-e chega até você sem o código correto, a nota não pode ser convertida para o ERP para concluir o processo de pagamento.

O IBGE disponibiliza uma tabela com os códigos corretos para que o emissor não deixe o espaço em branco, nem preencha com o número errado, e que você pode usar na conferência.


4. Erros de digitação

Você já sabe que a verificação da NFS, entre o inbound da nota até a checagem do XML é um processo que atualmente é extremamente moroso e manual.

E qualquer tarefa tão operacional e minuciosa está sujeita a erros humanos. Por isso, a atenção da equipe de verificação precisa ser redobrada, pois um único dígito incorreto pode comprometer toda a operação.

Felizmente já existem tecnologias que evitam esse erro, impedindo multas altas e consequências com o Fisco!


5. Valor da Base do Cálculo ou do Valor Líquido incorretos

Nesses casos, existem cálculos que devem ser seguidos para não haver erros nos valores cobrados e tributados, já que erros com esses números podem causar multas muito altas.

Dessa forma, é importante verificar se o cálculo feito pelo emissor está correto antes de migrar a NFS-e para o ERP.

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